A alquimia do Baralho Cigano

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Paris, século XVIII. Um baralho com 52 lâminas, desenvolvido por Marie-Anne Adelaide Lenormand, cartomante famosa por suas previsões para os reis e burgueses da época, provocava agitação por seu conteúdo misterioso, pois as lâminas continham os simbolismos do Tarô e os da Cabala. Surgia o Gran Jeu Lenormand!

Mademoiselle Lenormand criou primeiro esse baralho com 52 lâminas. Tempos depois, criou o Petit Lenormand, com 36 cartas, usado até os dias de hoje, mas com igual profundidade e saber filosófico.

O Baralho Cigano é nativo do Tarô e durante muito tempo foi considerado um oráculo de nível inferior dada a sua popularidade. O que não é verdade, pois o Baralho Cigano não é inferior a nenhum outro oráculo e suas lâminas refletem complexidade arquetípica. Os Ciganos adaptaram os simbolismos antigos do Tarô à sua cultura e espalharam esse conhecimento para outros povos.

As leituras mostram as dificuldades nos assuntos práticos, afetivos e nas questões de natureza espiritual para modificar a dimensão do problema e resgatar sua essência. Os significados alquímicos das cartas permitem distinguir as transformações. Nesse contexto, as limpezas energéticas são preparadas, respeitando os princípios do carma. Os Ciganos, em suas tradições, não cometem atos contra a liberdade e respeitam todos os seres. Esse legado é transmitido em cada lâmina, pois a boa magia se encontra na alegria e no agradecimento pela vida.

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